sábado, 21 de maio de 2011

Aquele momento inexplicavelmente simples guardava todo o alívio e prazer. Aquele em que o comprimido entra na boca e a água empurra pra garganta o gosto amargo da serenidade. Escolho  travesseiros. Encolho o corpo. Espicho o copo, sonho.
Um, dois terços que eu não sei se tomo ou rezo, se coloco no pescoço. O copo quebra. O corpo só desmonta. Não, não é ruim, ao contrário, é adorável, desprezível, mas adorável assim como eu. Mas  hoje, eu não quero mais dormir.

1 comentários:

Nath disse...

Só por hoje.